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Brasão de Armas

O Escudo
português em campo de ouro, carregado em chefe de uma estrela
de góles (vermelho), o recorte de uma serrania, de blau (azul),
sobre a qual se destaca uma fonte, de prata; numa campanha de sinople (verde),
uma faixa ondulada de prata, tendo em contra-chefe, a silhueta de uma cabeça
bovina, em ouro.
Como
suporte, à destra (direita) e à sinistra (esquerda) respectivamente,
uma haste de café e outra de milho, ambas frutadas e na sua cor, saintes de um listel de prata ostentando os seguintes dizeres de sable
(negro): "1732 - CONCEIÇÃO DO RIO VERDE - 1911". Tudo encimado
pela coroa mural de cinco torres de prata que é a cidade, tendo
sob a torre central, uma elipse de azul carregada com uma flor-de-lis em
ouro.
O
escudo português lembra a origem lusitana de nossa pátria;
a estrela destaca o cidadão Inácio Carlos da Silveira, fundador
da então Campina do Rio Verde; a serrania, fala da região
montanhosa do Sul de Minas; a fonte mostra a exuberância hidro-mineral,
cujo lençol se estende, inclusive, até Conceição
do Rio Verde que, aos poucos, está vendo brotar o precioso líquido
para melhorar as condições financeiras do Município;
a faixa ondulada representa o Rio Verde, que, serenamente, atravessa a
Comuna Rioverdense; a cabeça bovina, o café e o milho são
as riquezas regionais. As datas: 1732 - fundação do Município
e, 1912, a elevação à categoria de cidade (1º
de junho). A elipse sob a torre central representa a Basílica da
cidade e a flor-de-lis, em ouro, a Padroeira do Município, Nossa
Senhora da Conceição.
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